“Em retratos de pessoas do nosso sexo nós devemos penetrar sem piedade os recantos mais profundos de suas almas, despi-los de seus disfarces, e expor abertamente as intemperadas e viciosas paixões que afloram neles todos os dias…
Mas o retrato de uma mulher é outra coisa, elas têm outra natureza que estamos muito longe de compreender; por isso devemos ser muito respeitosos e discretos. Devemos ser cuidadosos em desvelar seu suave e delicado mistério.
Mesmo com elas, sempre a verdade, mas nunca toda a verdade.
Algumas vezes poderemos baixar o seu véu,
um pouquinho.”
foi o que Rodin, já com certa idade, teria dito a um de seus assistentes
em “Rodin” de Albert E. Elsen, Doubleday, 1963